O ex-chefe de estado soviético de segurança na Lituânia, falando como testemunha em "a verdade sobre os acontecimentos de 13 de janeiro", comentou, o que está totalmente convencido de que todas as ações naquela noite foi acordado com Gorbachev, informa.

"Estou 100% convencido de que todas as ações foram consistentes com Gorbachev. Se esta ação foi realizada com o conhecimento de Gorbachev e Крючкова, impedi-la de que somente eles, e mais ninguém", disse a Вильнюсском tribunal distrital de Армонас.

Segundo ele, o presidente da KGB SOVIÉTICA Ganchos durante um evento de 13 de janeiro, em Vilnius, chamou os chefes da KGB, da Lituânia e interessado a situação na república.

Esta obra é um dos maiores em quantidade e número de acusados de coisas na história dos tribunais independente da Lituânia. No banco dos réus — duas pessoas, ainda mais de 60 réus levados a julgamento à revelia. Eles são acusados de crimes de guerra e crimes contra a humanidade. Afetadas é cerca de 500, das cerca de mil. O negócio é composto por 709 volumes, uma só acusação — a partir de 13 volumes.

Procuradoria da Lituânia, o caso do "13 de janeiro" apresentou cerca de 20 anos atrás. Em 2010, em negócios de 23 suspeitos (a maioria dos quais é presidente, e dois são cidadãos de Belarus) foi cancelado o prazo de prescrição. Os suspeitos anunciados na busca de pessoas desaparecidas na união Europeia.

29 de janeiro, no tribunal distrital de Vilnius começou a divulgação da acusação do ato a verdade sobre os acontecimentos de 13 de janeiro de 1991, quando em Vilnius foram introduzidas as tropas, e o assalto телецентра morreram 15 pessoas e cerca de 600 ficaram feridas.

Rússia, Lituânia, no "caso 13 de janeiro" à revelia acusou 92 anos de idade o ex-ministro da defesa da URSS, Dmitry Язова na criação de "um grupo organizado a partir de 160 militares e políticos com o objetivo de retornar a Lituânia, em parte da união SOVIÉTICA".

A versão lita assessor do organismo, Язов com seus associados encomendou outros funcionários "preparar o plano de mudança de poder na Lituânia, fazer uma lista de locais estrategicamente importantes, passíveis de apreensão, de forma a incluir as autoridades públicas e de gestão, os objetos de mídia, meios de comunicação, as formas de comunicação".

De acordo com o documento, "de 11 de janeiro de 1991, quando o plano de implementação atos criminosos através de acções militares foram desenvolvidas a agressão com a União Soviética e o conflito armado na Lituânia".

Em fevereiro deste ano, os acusados nesse caso, os cidadãos da Rússia, Gennady Silva e Yuri Encalhado (ex-união soviética oficiais) e seus advogados disseram no tribunal, que não reconhece a sua culpa. Envolvidos em pessoa no processo como acusado Silva e Encalhado passamos o serviço na Lituânia, em janeiro de 1991.