"A verdadeira força está no fato de que você pode obter o que deseja, sem recorrer à violência. A rússia parecia muito mais poderoso, quando a Ucrânia parecia como nação independente, mas, na verdade, foi клептократией, onde você pode puxar as cordas", explicou Obama.

Como afirma o presidente americano, a Ucrânia como um país que não seja membro NATO, será sempre vulnerável a força militar por parte de Moscovo, independentemente do que fazem os Estados Unidos. Quando o fizer, Kiev, de acordo com o mestre da casa Branca, um dos principais interesses da Rússia, mas não os EUA.

Além disso, Obama acusou aqueles que declara uma posição mais forte de Moscou, após o início do conflito no sudeste da Ucrânia, ou do lançamento de uma operação militar da Rússia na Síria, em "um equívoco fundamental da natureza do poder" como na política internacional, e, em geral, no mundo.

Washington e Kiev desde o início ucraniano conflito, acusou a Rússia de acumulador intervenção e a anexação da Criméia, as Autoridades negam essas afirmações. Na doutrina militar da Ucrânia, aprovada pelo presidente Pedro Poroshenko em 2015, a RÚSSIA é um país agressor.

Na Síria, Moscou age a pedido do oficial de Damasco, que o presidente russo, Vladimir Putin, enviou o seu colega de Bashar al-Assad. A partir de 30 de setembro, os militares russos começaram a realizar na República Árabe campanha aérea contra operam no país grupos terroristas, incluindo proibida na RÚSSIA "estado Islâmico". Os estados unidos também estão lutando contra extremistas, liderando uma coalizão internacional de mais de 60 países. Através da ação conjunta da Rússia e dos EUA chegaram a um acordo sobre o contrato, устанавливающем na Síria modo de cessar-fogo. O armistício válido a partir de 27 de fevereiro.