"Moscovo противоправно anexou a Criméia, suporta separatistas no leste da Ucrânia, viola o direito internacional. É por isso que nós estamos expandindo sua presença no leste da aliança", disse ele ao jornal Die Welt. Stoltenberg disse que, atualmente, discute as possibilidades de alojamento em cada um dos países Bálticos, Polónia, internacional ao batalhão. Essas forças vão lá estar em rotação. A decisão final será tomada antes da cúpula da OTAN, em Varsóvia.

Estes planos não viola o Principal pacto da OTAN e da Rússia, uma vez que não fornecem significativas das forças armadas, declarou o secretário-geral. Ele disse - Moscovo considera que "as grandes forças armadas" é ficar sempre não menos de 1.000 soldados em um dos países da OTAN. "Ainda temos muito antes desse índice", disse Stoltenberg.

Nada indica que no futuro próximo, a Rússia poderia atacar um dos países da aliança, disse o secretário-geral. "Mas precisamos estar preparados, precisamos de manifestar total solidariedade com os países participantes da OTAN, e ao mesmo tempo implementar a política de contenção", disse ele, acrescentando que essas medidas "justificados, para a defesa e para cumprir a lei internacional."
Stoltenberg disse que a OTAN não quer confronto com a Rússia, e uma nova guerra Fria, e estas medidas são uma reação a anexação da Criméia e desestabilizar a leste da Ucrânia.

Ele ressaltou que a OTAN está forte, expressa e previsível política. "Somente neste caso, nós podemos ir para um diálogo político com a Rússia", disse ele, acrescentando que "mútuo de silêncio não pode permitir qualquer tipo de problema".

Stoltenberg disse que devem ser abertos canais para o diálogo político com a Rússia para tentar reduzir a tensão e evitar o risco de incidentes militares. Ele não exclui a possibilidade de que, antes de uma cimeira em Varsóvia, será realizada mais uma reunião do Conselho Rússia - OTAN.

Como informou o jornal The Wall Street Journal, a OTAN vai colocar nos países Bálticos e Polônia cerca de 4.000 soldados.