"Nós não deixavam Criméia, na Ucrânia, como se alguém nem quis ler. Eu quero uma resposta polonês leitores assim: tente não olhar para todos os simples e não dar concretos e confortáveis avaliações. Entenda Crim saiu da Ucrânia em si", disse Zakharova, em entrevista à Sputnik.

Segundo ela, "muitos europeus não entendem que não é a Rússia viseira Criméia, é Crim se levantou e foi embora, como vai o enteado ou a enteada a partir da família, onde eles nunca foram amados".

O secretário do Conselho de segurança da Rússia e da Grécia, disse que as autoridades querem desestabilizar a situação na Criméia, informou a".

"Não é segredo que as autoridades de kiev participava de planos de desestabilizar a situação na Criméia, inclusive com a utilização nacional do fator", disse Grécia preliminares no recesso em Yalta.

Entretanto ministro da grã-Bretanha Philip Hammond disse que Londres mantém sua firme posição a respeito de conservação de sanções contra a Rússia, e é chamado de "devolver o Mocho". Este é relatado em um comunicado de imprensa do governo.

Hammond disse que "o chamado "referendo" foi uma provocação sobre a democracia", chamando-o de "inaceitável" a reunificação da Criméia com a Rússia.

"Estamos empenhados contra este comportamento perigoso e que a resposta de graves-e de uma forma estratégica, como requerido, nessa chamada, incluindo a manutenção de nossas sanções contra a Rússia", declarou o ministro britânico.

Novamente ele chamou as ações da Rússia "agressão" e chamou a Rússia "retornar da Criméia, Ucrânia".