"Eu tomei a decisão de que ветирую a lei, que hoje entrou a partir do parlamento, e aplicando a lei em nome do presidente, que defino como urgentes, e peço que o parlamento considerá-lo na terça-feira", disse o Poroshenko (citação FEIRA).

Principais mudanças na nova versão da lei são dois: primeiro, todos os funcionários serão obrigados a apresentar uma chave de declaração já no corrente ano, e em segundo lugar, por violar a declaração pode enfrentar a responsabilidade penal.

A pressa do presidente ucraniano está relacionado com o fato de que já em 17 de março, ele tinha planejado uma reunião em Bruxelas, onde ele vai discutir a Ucrânia concessão de um regime de isenção de vistos.

Note-se que o compromisso de Kiev contra a corrupção foram essenciais em termos de preparação para o livre admissão dos ucranianos em países da UE. As autoridades comprometeram-se a facilitar o trabalho dos órgãos associados de antissuborno e anticorrupção, garantir a independência do ministério público, alterar a base jurídica sobre a questão de gestão de ativos confiscados, bem como fornecer em seu orçamento o dinheiro necessário para todos os itens acima funcionava normalmente.

Antes de o Conselho da união europeia decidirá a questão sobre o regime de isenção de vistos para a Ucrânia em discussão, a Comissão deve certificar-se de que Kiev realiza todas as promessas de critérios.

Lembre-se, a 2 de março tornou-se ciente de que a união europeia decidiu adiar a decisão sobre a supressão de vistos para os ucranianos, devido à posição dos países baixos, o governo que acredita que a isenção de vistos pergunta deve ser considerado somente após a realização no país de um referendo sobre a ratificação do Acordo de associação entre a Ucrânia e a UE. O referendo está prevista para 6 de abril de 2016.

No dia seguinte, o presidente da Comissão europeia, Jean-Claude Juncker, disse que, até o ano de 2036, a Ucrânia, "sem dúvida, não será capaz de" entrar na OTAN e da UE. Ele explicou que a união europeia necessita de "uma longa pausa antes de assumir novos estados-membros". Ao mesmo tempo, isso não se aplica aos países dos Balcãs, com os quais a UE já está em negociações sobre a adesão.