Ele ressaltou que a casa Branca ainda não reconheceu a legitimidade do referendo na península, realizada em 16 de março de 2014.

"Ainda estamos profundamente preocupados com a situação no ocupado a Rússia Criméia, onde ocupa o "poder" suprimir a dissidência e étnicos e minorias religiosas, especialmente os tártaros da criméia e étnicas ucranianos - enfrentam perseguição", - diz o comunicado no site do departamento de estado.

"Nós não reconhecemos o tachado de limites por meio do poder no século XXI. As sanções relacionadas com Крымом, permanecerá em vigor até que continua a ocupação", acrescentou Ele.

De acordo com os organizadores do referendo, 96,77% dos moradores da Criméia, pronunciaram-se dois anos atrás para a entrada da região na composição da Rússia.

A resolução da Assembleia geral da ONU em 27 de março de 2014, em que o referendo qualifica-se como não tendo uma força legítima, apoiaram de 100 países. No lado da Rússia lançaram 11 países que se abstiveram de votar 58 países (incluindo os países do BRICS).

De acordo com uma pesquisa americana, do centro de pesquisa Pew Research Center, na primavera de 2014, 82% dos ucranianos que vivem no oeste do país, apoiando ações de Moscovo e considerou inaceitável o reconhecimento de rejeição da Criméia.

No leste da Ucrânia, nesta posição permanecia com 41% dos entrevistados (40%, apoiaram a rejeição da Criméia).

Na Criméia, em apoio a rejeição da península da Ucrânia foi de 88% (4% contra).