Бридлав, em particular, lembrou que o número de analistas de inteligência, especializada na Rússia, a guerra fria foi de cerca de 13 000, mas há três anos restarem apenas cerca de um milhar.

Segundo o comandante, os EUA precisam de melhorar a tecnologia o poder de sua inteligência, mais ativos do que usar satélites espiões, que se aplicam, por exemplo, ao seguir a тренировочными campos terroristas.

"Vemos que a Rússia não aceitou a nossa mão da amizade, e escolheu o caminho do guerreiro. Precisamos repensar o caminho que estamos indo", enfatizou o Бридлав.

Como observa o jornal, Бридлав, que todos os seus anos no cargo, o comandante da OTAN na Europa assustados aliados da aliança crescente agressividade da Rússia, vai deixar o cargo neste mês.

É com a alimentação Бридлава os países ocidentais começou a intensificar a presença militar nas fronteiras orientais da Europa, com medo de que a Rússia invadir o país. Em particular, soube-se recentemente sobre os planos dos EUA e aliados jogar em uma região de quatro batalhão composto de 4000 militares.

Dois batalhões de alocar os Estados Unidos, e mais uma, a Alemanha e o reino Unido. Informações sobre este confirmou o primeiro vice-ministro de defesa dos EUA, Robert Wark. "Os russos gastam muito súbita ensinamentos nas fronteiras com os vizinhos, com um grande número de militares. Do nosso ponto de vista, este comportamento parece provocador", — disse o oficial no início desta semana.

Бридлав em uma conversa com o americana, o jornal também destacou que, por envolver para o cargo de comandante-em-chefe, inicialmente, imaginava que a Rússia é um parceiro e não adversário. No entanto, a sua primeira decisão de rever o plano de defesa colectiva e aumentar o número de exercícios militares, no caso de "o ataque mais forte do inimigo".

Na Rússia, repetidamente, que a conversa sobre perigosas RF perto da OTAN são "нечистоплотной de tentar colocar tudo de cabeça para baixo". "Acontece que, ampliando-se cada vez mais, A aliança de todos os mais denso se aproxima de nossas fronteiras. A aliança já violou O acto fundador de 1997, onde se diz o que não deve ser permanente significativa de forças de combate no território dos novos membros" — observou o chefe da diplomacia RUSSA, Serguei Lavrov.