O primeiro tema — a Rússia e o seu autoritário e agressivo curso. Os participantes da cimeira vai elaborar uma nova política e estratégia em relação a Moscou. De acordo com o general Павела, esta abordagem deve combinar duas linhas de conduta: a dissuasão, e se ele não funciona, então a defesa.

O segundo tema — a ameaça do Sul, que vem de actores não-estatais, o terrorismo, o extremismo, de migração. Ela requer diferentes abordagens.

"Do ponto de vista militar ameaça do Oriente é muito mais grave, porque os russos recursos, incluindo um extenso arsenal nuclear, potencialmente, representa um problema, — disse o general Paulo. — A intenção russos não são claras. Eu não acho que a Rússia quer entrar em confronto com a OTAN, com o uso de armas convencionais e nucleares".

"A ameaça do Sul não é tão vital perigoso, mas ela já existe, e nós não podemos conter-la apenas por meios militares, não podemos construir um muro, por acreditar que assim será спокойней viver na Europa. Temos de estabilizar a crise de regiões, e isso será um processo longo", assegurou o presidente do comité militar da NATO.

Falando de ações agressivas do lado russo, Pedro Paulo disse: "a Terra de uma invasão em território da OTAN não, mas a atividade russo pode ocorrer aéreo e marítimo espaço países vizinhos. A invasão de são numerosos, e seu número está crescendo constantemente. Isso corresponde a da atividade militar em geral e diz respeito, antes de tudo, aeronaves de longo alcance. A rússia é como se diz: "podemos, assim que nós fazemos".

Натовский o general vê o perigo é que "o russo aviões voam com freqüência sem transponders e representam uma ameaça para a segurança da aviação civil". "Mas têm o seu lugar e permite a provocação, como os que vimos no Báltico e do mar Negro, onde os russos caças voando a baixa altitude, sobre os militares, navios, simulando um ataque de manobras — disse Paulo. Esses atos são potencialmente perigosas e podem provocar um incidente com um efeito dominó, que é muito difícil de parar. Temos a intenção de discutir com a Rússia transparentes medidas para evitar tais consequências".

Paulo enfatiza que diplomáticas canais de comunicação com a Rússia estão abertas, embora a cooperação interrompida após a anexação da Criméia. A rússia, diz ele, prefere contactos a nível bilateral, ela diz com os americanos, britânicos, franceses, alemães. Ela não tem interesse estratégico para o diálogo com a OTAN.

"Em 2014, vimos como a Rússia utiliza o que chamamos de "híbrido de guerra". De acordo com a da doutrina de 2010, todos nós estamos em um estado permanente de guerra com o uso de ferramentas tais como a propaganda, os soldados sem sinais distintivos, técnicas de guerra cibernética, e até armas convencionais e nucleares. Não é uma guerra aberta é uma nova forma de combate", explicou Paulo.

O general continuou: "Temos de estar preparados para o fato de que os russos colocam os cenários semelhantes em países, onde vivem grandes comunidades, Vladimir Putin, disse que ele se reserva o direito de defender a essas minorias, onde quer que eles estejam. Se isso serve de alcançar objetivos políticos, ele não hesita em aplicar meios militares".

"Devemos estar dispostos a tudo isso inesperado, repetiu Paulo. — Nós preparamos nossas tropas de scripts, semelhante à que se desenrola no leste da Ucrânia e os países bálticos foram em primeiro flanco dessas ameaças. Desenvolvemos um plano de defesa da região, que deve ser aprovada na cimeira de Varsóvia. Hão de segui-lo e de outros planos para outras regiões, fronteira com a Rússia".

A rússia, também ressaltou ele sabe que suas ações geram confusão e incerteza, em Bruxelas. "Reconhecemos o perigo. É por isso que nós realizamos em escala de esforço para demonstrar o nosso firme propósito de proteger os seus aliados", disse o general.

No entanto, Pedro Paulo, que, nas atuais circunstâncias, não há necessidade de construção de forças na fronteira. Não vale a pena entrar em uma corrida armamentista com a Rússia. Ela deve perceber que a OTAN não permitirá que ninguém cometer atos agressivos contra os países-membros, mas ao mesmo tempo, nós nos reservamos o diálogo aberto".

Respondendo a uma pergunta sobre se tem de uma Aliança de meios para o exercício dos seus ambiciosos planos, o general disse: "Esse assunto cruzou-se com os outros: trata-se de orçamentos militares. Os aliados tomaram o compromisso de trazer as despesas militares% a 2% do PIB. Em Varsóvia, serão discutidas formas de guarnição de americanos e europeus esforço. Os EUA fornecem 75% dos custos da OTAN, mas assim não pode continuar no futuro. Até Donald Trump usou este argumento e chamou a atenção para o assunto. Os europeus realmente precisamos fazer mais. Deve buscar uma relação de 50:50, e não 75:25".

O general disse a este respeito ponto positivo: "Quase todos os países já não estão reduzindo orçamentos militares, em 16 países aumentaram os gastos na defesa".