Como escreve NEWSru.com, ele observou que uma opção, a proposta DCNS, a melhor maneira de atender aos interesses da segurança nacional do país. De acordo com o chefe de governo é a mais avançada no mundo submarinos.

No concurso para a maior defesa encomenda na história da Austrália também participaram a Alemanha e o Japão, ofereceram seus modelos неатомных submarinos (НАПЛ), que devem vir a substituir o obsoleto australiano субмаринам classe Collins. A construção de novos submarinos é estimado em 50 bilhões de dólares australianos (40 bilhões de dólares).

A construção será realizada, principalmente, nos estaleiros da cidade australiana de Adelaide (Austrália do Sul), que vai criar cerca de 2800 de novos postos de trabalho. Um dos principais requisitos do cliente, e tocava na deslocamentos de submarinos, que deve ser superior a 4000 toneladas.

O pedido DCNS foi baseado no já existente submarino da classe Barracuda водоизмещением 4700 toneladas, contudo, é um submarino nuclear, e os engenheiros tem que fazer um projeto de mudança, para fazer dela неатомную, informou a OTAN. Uma característica distintiva do francês ofertas é um equipamento de submarinos водометными, e não helicoidais, движителями.

Da alemanha para o concurso representou o grupo ThyssenKrupp Marine Systems (TKMS), планировавший criar australianos НАПЛ na base do seu modelo de 212А, que tem o deslocamento de cerca de 2000 toneladas. O governo japonês, o parceiro, o qual se projeta a preocupação da Mitsubishi Heavy Industries, ofereceu a Austrália submarinos da classe Soryu, que têm significativamente menor comprimento do que o cliente precisa. O japão ofereceu para mudar o projeto de seus submarinos, que, segundo os especialistas, seria a criação de realmente novo".

Enquanto isso o governo japonês não gostou de tal resultado. Tóquio exigirá da Austrália explicação devido à recusa da aquisição de submarinos japoneses em favor do francês fornecedor. Sobre isso, em conferência de imprensa nesta terça-feira o ministro da defesa do país Mais Накатани.

"Isso é muito lamentável omissão. Nós queremos para a Austrália, explicou o motivo da sua rejeição japoneses submarinos", disse o chefe do Ministério da defesa, acrescentando que, no entanto, a Austrália continuará a ser para o Japão especiais parceiro estratégico".