"A solução do chamado conselho Supremo da Criméia negar majlis, órgão de auto-governo крымско-tártara povo, em lugar de chamar a sua "organização extremista" demonstra um grave ataque aos direitos dos tártaros da criméia, em geral", afirma um comunicado do serviço de imprensa do serviço Europeu de política externa atividades

A proibição de atividades do anzhi na UE consideram como "a deterioração da situação dos direitos humanos na península da criméia após a sua anexação ilegal de RF em 2014, incluindo o assédio de pessoas pertencentes a minorias".

No serviço de política externa da união europeia (UE insistem em que, para a Criméia foi sem demora assegurada "plena conformidade com as normas internacionais em matéria de direitos humanos e outras obrigações decorrentes do direito internacional, em particular, neste caso, em relação a крымско-tártaro da comunidade", relata Deutsche Welle.

Como relatado, de 26 de abril, o Supremo tribunal da Criméia, concedido o pedido do procurador-Natalia Поклонской sobre a proibição do anzhi. Segundo ela, o majlis dos tártaros da criméia, leva антироссийскую atividades para agradar a Oeste, e chamou os líderes e membros do anzhi "marionetes nas mãos de grandes ocidentais marionetistas".

O ministério da justiça da Rússia, de 18 de abril, fez com que "Majlis крымско-tártara do povo" na lista de organizações cujo trabalho é suspenso a partir da implementação do extremismo.